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App em funcionamento · Dispositivo em desenvolvimento

O projeto.

A app de gestão já está a funcionar e a ser avaliada por um veterinário. O dispositivo do macho está desenhado e a sua lógica já está escrita; falta fabricá-lo e levá-lo ao campo, que é onde as ideias se partem ou se provam.

O Problema

Dois falhanços que ninguém resolveu.

A tecnologia de deteção de cio existe há anos. Só que foi desenhada para outro animal, noutro sítio, com outro orçamento.

Bubalus bubalis

O Ângulo Morto do Búfalo

O cio da búfala é maioritariamente silencioso, dá-se de noite e muitas vezes com o animal submerso em lagoas ou lodo. É exatamente onde os sensores convencionais — pensados para vacas leiteiras estabuladas — sofrem atenuação total de sinal.

  • Silencioso
  • Noturno
  • Submerso
CAPEX

A Barreira Económica

Equipar cada fêmea com um colar ativo custa €100+ por animal. Numa exploração média, o investimento inicial torna-se proibitivo — e a deteção de cio continua a ser feita a olho, com o custo a acumular todos os dias.

  • €100+ / colar
  • 4 € / dia aberto
Impacto Financeiro

O modelo cabe numa linha.

Não há mágica na poupança: há dias de inatividade que deixam de existir. O resto é aritmética — e está aberta ao escrutínio.

Poupança Anual = N × ΔD × C_diário
N
Tamanho do efetivo100 fêmeas
ΔD
Redução média de dias abertos15 dias
C_diário
Custo de um animal vazio, por dia4 € / dia

Exploração-padrão em Viseu · 100 cabeças

Poupança direta estimada
6 000 €
por ano, antes da subscrição
Investimento inicial
1 520 €
Retorno em
3,4 meses
Simular com o seu efetivo
Roadmap · 2 de 6 concluídos · 2 em curso

O que está fechado, e o que falta.

A app já funciona. O que falta é fabricar o dispositivo e levá-lo ao campo — e é isso que o piloto de 2027 vai pagar.

  1. Arquitetura do sistema

    Concluído

    Um único dispositivo no macho e tags baratas nas fêmeas: o desenho que torna o sistema acessível está fechado.

  2. App de gestão reprodutiva

    Concluído

    Em funcionamento: o efetivo, a ficha de cada animal, o registo de cios, inseminações, diagnósticos e partos — também sem rede, no curral — e avisos no telemóvel na hora de inseminar.

  3. Avaliação veterinária

    Em curso

    Um veterinário está a avaliar a app e a rever os parâmetros de cada espécie antes de os usarmos com produtores.

  4. Lógica do dispositivo

    Em curso

    O «cérebro» do dispositivo já está escrito e testado em computador. Falta instalá-lo nas primeiras placas.

  5. Primeiros dispositivos físicos

    Planeado

    Fabricar as primeiras unidades e testá-las em laboratório — têm de aguentar ficar debaixo de água.

  6. Pilotos em ambiente real

    Planeado

    Efetivo bovino em Viseu e efetivo bufalino no Ribatejo — o único sítio onde o algoritmo se prova.

Simulação

Assim vai parecer no terreno.

Concepções ilustrativas geradas por IA para visualizar o dispositivo em uso — ainda não são fotografias de um piloto real, que só arranca em 2027 (ver Roadmap).

Concepção ilustrativa do dispositivo de peito montado num touro em pastoreio extensivo, numa paisagem de montado, com o sinal LoRaWAN representado graficamente.Simulação
Bovino · Viseu
Concepção ilustrativa de dois técnicos a validar num tablet o dispositivo de um efetivo bufalino parcialmente submerso numa lagoa do Ribatejo.Simulação
Bufalino · Ribatejo
Concepção ilustrativa do momento da monta detetado pelo dispositivo no macho, com confirmação por proximidade à tag da fêmea e detalhe do sensor.Simulação
Deteção do salto de monta

Naudy Castellanos

Engenheiro de Produção Animal e Engenheiro Informático

Viseu · Portugal

Se é produtor, investigador ou investidor e quer levar o ReproTrack ao campo, o caminho mais curto é um email.

Equipa

  • Darwin Ramírez

    Engenheiro Eletrónico

  • Franklin Pérez

    Engenheiro de Produção Animal e Perito de Campo